Angola está fora do grupo dos dez países africanos com melhor relação entre risco e retorno para investidores, segundo a edição de 2026 do Africa Risk-Reward Index, elaborado pela Control Risks e pela Oxford Economics Africa. A Tanzânia, também membro da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), surge em segundo lugar no ranking.
Marrocos lidera a classificação, com um rácio risco-retorno de 1,22, seguido pela Tanzânia, com 1,19, e pelo Uganda, com 1,15. A lista dos dez primeiros inclui ainda Costa do Marfim, Gana, Egipto, Ilhas Maurícias, Ruanda, Etiópia e Quénia.
O ranking, consultado pelo portal marroquino Le 360, deixa de fora a África do Sul, país que integra igualmente a região Austral de África e que é a maior potência economica do continente.
O índice combina duas dimensões. A componente de retorno considera factores como as perspectivas de crescimento económico a médio prazo, a dimensão da economia, a sua estrutura económica e a demografia. A componente de risco incorpora factores económicos e políticos que podem afectar as operações e os investimentos.
A metodologia procura, assim, medir não apenas quanto uma economia pode crescer, mas também o nível de exposição que esse crescimento representa para o investidor.















