O CANAL+ e a LALIGA assinaram um acordo estratégico para combater a pirataria de conteúdos desportivos em quase 50 países da Europa, África Subsariana e Haiti. O acordo prevê a troca de informações, a coordenação de estratégias de fiscalização e a aceleração de medidas contra redes de distribuição ilegal que operam que operam em vários territórios.
A parceria pretende reforçar a capacidade das duas organizações para identificar e actuar contra estruturas que distribuem ilegalmente jogos e outros conteúdos desportivos em diferentes mercados.
“Cada transmissão ilegal de futebol priva todo o ecossistema desportivo, tanto amador como profissional, de recursos vitais necessários ao seu desenvolvimento, desde o financiamento de academias de jovens e o apoio a clubes de todas as dimensões até ao investimento em produção audiovisual que dá vida às maiores competições desportivas do mundo no ecrã”, destacam as duas empresas numa nota a que a E&M teve acesso.
Para Maxime Saada, CEO do CANAL+, a dimensão da parceria reflecte a importância atribuída pelo grupo ao combate à pirataria de conteúdos. ““A pirataria já não é apenas uma questão de direitos de autor; tornou-se uma das maiores ameaças à sustentabilidade do desporto, minando o investimento, a inovação e o valor a longo prazo dos direitos audiovisuais”, explica.
Por sua vez, Javier Tebas, presidente da LALIGA, considera que a pirataria é um dos maiores desafios que o futuro do desporto enfrenta. “Ao unirmos forças com o CANAL+, estamos a reunir tecnologia, inteligência e experiência operacional para proteger o valor das nossas competições, defender o investimento feito pelas emissoras e pelos clubes e, em última análise, salvaguardar o futuro do futebo”, afirma.
O CANAL+ e a LALIGA afirmam que pretendem intensificar a cooperação e desenvolver novas medidas para proteger os conteúdos transmitidos aos assinantes da plataforma e os direitos audiovisuais das competições.









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