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Nos 35 anos das FAA, PR exorta efectivos a manterem-se firmes na “árdua missão de defender Angola”

Victória Maviluka
8/10/2026
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Foto:
DR

Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas observa que a celebração da data ocorre num momento excepcional, marcado por algumas incertezas na geopolítica mundial.

O Presidente da República e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, João Lourenço, exortou, nesta quinta-feira, 08, os efectivos das FAA a manterem-se “firmes e de cabeça erguida no cumprimento da árdua missão de defender Angola”.

Em mensagem por ocasião dos 35 anos das Forças Armadas Angolanas, que se assinalam nesta sexta-feira, 9, o PR apelou aos militares a honrarem a memória dos heróis e de todos quantos, organizados e com lealdade, assumiram as rédeas da história, em diferentes circunstâncias da sua vida.

João Lourenço recordou que estes heróis pegarem em armas e em diferentes instrumentos de trabalho com os quais deram o melhor de si na defesa, na reconstrução e no desenvolvimento do País.

Observou que a celebração da data ocorre num momento excepcional, marcado ainda por “algumas incertezas na geopolítica mundial, onde se desenrolam, de forma severa, relações internacionais atípicas, caracterizadas por conflitos e guerras convencionais”, com maior realce para as regiões do Sahel, Europa do Leste e Médio Oriente.

A par desta situação, salientou, Angola, país soberano que enfrentou invasões externas e viveu conflito armado interno, mantém uma postura diplomática assente na resolução pacífica dos conflitos e guerras que caracterizam as relações internacionais contemporâneas, reflectidas nos princípios do multilateralismo, segurança e estabilidade.

“Trinta e cinco anos depois da sua criação, as FAA continuam a cimentar a confiança nelas depositada pelo nosso povo, ao defenderem com firmeza e determinação cada palmo da nossa terra, dando o seu valioso contributo na defesa do território nacional, missão indeclinável para a qual destacados nacionalistas e jovens angolanos derramaram seu precioso sangue”; lê-se no texto a que a E&M teve acesso.