No segundo trimestre de 2026, o saldo da conta corrente (transacções financeiras que o País realizou) cresceu para cerca de 2 078,3 milhões de dólares norte-americanos, equivalente a 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB), o que representa uma expansão de 40,1% face ao trimestre anterior.
O comportamento da conta corrente, realça um relatório do Banco Nacional de Angola (BNA) a que a revista E&M teve acesso, resultou, fundamentalmente, do saldo positivo da conta de bens em 31,7%, não obstante o aumento deficitário do saldo da conta de serviços e rendimentos primários em 8,7% e 67,7%, respectivamente.
A conta capital e financeira registou um défice de 2 516,6 milhões USD, face ao défice de 1 215,5 milhões USD registado no trimestre anterior, justificado, principalmente, pelo desempenho dos capitais de médio e longo prazo (dívida externa pública), pelo saldo positivo do investimento directo estrangeiro e pelo comportamento dos outros capitais (créditos comerciais, adiantamentos e depósitos face a não residentes).
Já o investimento internacional registou um agravamento do seu défice na ordem de 174,5 milhões USD, como resultado do aumento dos passivos com não residentes. Ao passo que o stock de reservas internacionais fixou-se em 14 938,0 milhões USD, no final do período em análise, com uma cobertura de 6,7 meses de importação de bens e serviços.














.jpg)